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Tradições de Casamento: quantas você conhece?

Todo mundo tem uma coisinha pra contar sobre os casamentos. Uma simpatia, uma mandinga, um costume… que no final, é tudo a mesma coisa. Algumas tradições são super legais e outras são a coisa mais estranha! Mas mesmo essas a noiva chega a pensar: “ia ser engaçado fazer isso no meu dia!”.

O ser humano é um bicho cheio de hábitos, mesmo, e não é raro aparecer um costume qualquer para o mesmo evento. É igual no nascimento de bebês! Tem gente que enterra o umbigo junto a uma árvore, tem gente que enterra é a placenta – e tem países onde o hábito é COMER a placenta. É… Mas e quando o assunto é o casamento? Que tradições existem? Quais você pretende seguir? Não sabe? Bom, enquanto você escolhe seu carro da noiva, a gente vai listar umas bem legais aqui pra ajudar.

Pra chamar dinheiro

Ahaaaaá! Dessa você gostou, né? Então olha só que simples, simpático, discreto, elegante e pouco convencional: entre na igreja com uma nota de dinheiro dento do sapato do pé direito – mas não pode ser qualquer nota, tem que ser a de valor mais alto (iiiisso, a azulzinha, do peixe). Já tinha ouvido falar dessa? Dizem que essa simpatia não deixa a conta zerar. Será que dá certo? Por via das dúvidas…

Pra casar as amigas

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Ora, uma noiva bacana quer casar as amigas todas, não quer? Afinal, não tem coisa melhor do que compartilhar uma alegria como essa com aquelas pessoas especiais que estão sempre no coração da gente! Só que essa história de buquê só favorece uma e isso quando aquela tia solteirona não sai atropelando todas para pegar o danado pra si. Quer garantir o “felizes para sempre” das meninas? Então, deixe-as escreverem seus nomes na barra do seu vestido de noiva – claaaro, num lugar que não fique visível. “Ai , caramba, mas o vestido é alugado!” Tinta de caneta sai mais fácil do que você pensa – além do mais, você vai lavar o vestido antes de devolvê-lo à loja, não é? Não se preocupe. Aliás, é bem provável que ele já tenha recebido outros nomes no casamento anterior!  Mas se mesmo assim ainda estiver insegura, faça uma tira de tecido e, com alguns poucos pontos, fixe-a na barra do vestido. Assim as meninas podem escrever nela à vontade – e você preserva o vestido.

Mandinga tudo-em-um

Se você viu o casamento em “Crepúsculo”, vai reconhecer essa. É um costume americano que começou a ganhar adeptas aqui no Brasil por causa do sucesso do filme. A noiva deve usar uma coisa azul, uma coisa emprestada, uma coisa nova e uma coisa velha em seu casamento. Por que? Bom, o azul representa a fidelidade (pergunte essa aos romanos antigos); a coisa emprestada é para que as pessoas mais queridas estejam sempre por perto; a coisa nova traz sorte à nova fase ( o casamento) e a coisa velha mantém a ligação com a família – com o quem diz: “casou sim, mas não se esqueça da gente”. Bonitinha essa tradição, não é? Achei muito charmosa e super simbólica.

Tá chovendo arroz!

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Essa está caindo em desuso, afinal desperdiçar comida é errado sob todas as óticas e muita igreja já proibiu também. Mas quem faz questão dessa tradição, pode orientar os convidados a promovê-la na chegada do casal à festa. Quem preferir (e essa tem sido muito usada), pode distribuir brinquedinhos de fazer bolhas de sabão. Fica uma graça, não desperdiça comida e foi um jeitinho brasileiro de desejar ao casal a mesma coisa que os chineses queriam desejar ao inventarem a chuva de arroz: fertilidade e prosperidade. Ah, ó uma dica: não TAQUE o arroz diretamente nos noivos porque pode machucar, entrar nos olhos… Jogue os grãos pra cima e deixe que eles caiam gentilmente sobre o casal, ok?

Casar de branco é tradição recente

Sabia dessa? Essa história de casar de branco começou há pouco tempo, lá no século 19, quando a rainha Vitória, da Grã-Bretanha, usou um vestido nessa cor em seu casamento. O visual ficou tão deslumbrante que as noivinhas pelo mundo começaram a imitar. Logo alguém atribuiu o significado da pureza da noiva à cor de seu vestido (sim, simbolizava a virgindade das noivas, mas hoje em dia…). Ou seja, não é obrigatório – mas é tradição. Aposto que agora tá aí pensando em inovar…

Vender pedaços da gravata do noivo: 100% brasuca!

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Brasileiro que é brasileiro dá seu jeito de conseguiu um dinheirinho a mais  e por que não fazer uma vaquinha entre os convidados para o casal curtir a lua-de-mel com uma reserva maiorzinha? Alguém (e eu gostaria de saber quem foi) inventou a brincadeira de vender pedaços da gravata do noivo pro pessoal: pedacinhos pequenos a preços módicos, pedaços maiores a contribuições mais vultuosas. Funciona, e funciona bem! Vai de centenas até alguns milhares de reais, dependendo do número de convidados e de seu poder aquisitivo! Sem contar que é uma brincadeira gozadíssima! Os amigos mais “abestalhados” e extrovertidos do noivo tomam a frente e saem prometendo que o noivo fará peripécias incalculáveis como “prenda” e agradecimento pela contribuição – e olha, haja espaço pra tanto mico! Mas tudo bem, a essas alturas da festa, o coitado já vai estar meio “alto”, mesmo…

Quebrar copo de vidro: a mortalidade lembrada pelos judeus

Interessante e com pouco destaque nos casamentos brasileiros – afinal, a maioria por aqui não é judaica, o momento da quebra do copo de vidro pelo noivo simboliza a mortalidade do homem. Ou seja: “case e tenha filhos, deixe descendência, porque você não ficar aqui pra sempre, não!”. E estão certos! Mas #ficaadica: se você não é judia, nem seu noivo, não coloque isso na cerimônia, ok? Não pega bem.

E aí? Deu pra escolher? Ou não vai muito com a cara delas? Ou conhece outra que não listamos aqui? Ou talvez já tenha visto algum costume curioso em outra cerimônia? Conta pra gente?